Quarta-Feira, 23 de Setembro de 2026 - 19:32:29

Fagundes defende aumento do Bolsa Familia e beneficios sociais; 'tem gente passando fome'

Segundo ele, diversas famílias passam necessidades e, por meio dos benefícios, conseguem pôr comida à mesa

Crédito da Foto: João Vieira

Candidato ao governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL) defendeu o aumento do valor do Bolsa Família e afirmou ser favorável à distribuição de auxílios e benefícios para famílias que estejam em situação de vulnerabilidade. Segundo ele, o poder público precisa atuar para garantir condições mínimas à população, enquanto também cria oportunidades de emprego e qualificação profissional.

Em entrevista à imprensa, Fagundes lembrou que, durante a pandemia da covid-19, trabalhou pela elevação do auxílio. Segundo ele, diversas famílias passam necessidades e, por meio dos benefícios, conseguem pôr comida à mesa.

“Nesse momento em que está tendo pobreza no Brasil, crime organizado tomando conta, nós temos que cuidar do social. Na pandemia, votamos e trabalhamos duro para aumentar de R$ 300 para R$ 600. A oposição naquela época blefou, não queria. E o presidente Bolsonaro foi lá firme. Foi essa a atitude nossa quando éramos governo. E nós queremos que aumentem mais as pessoas que estão precisando, inclusive, do salário mínimo”, explica.

O candidato ainda citou o estado como um exemplo de desigualdade social e a falta de suporte do poder Executivo.

“Numa situação, principalmente como a Baixada Cuiabana em Mato Grosso, um estado tão rico, tem mais de 500 mil pessoas passando necessidade em regime de pobreza, essas pessoas precisam de ajuda”, emendou.

Questionado se é favorável à distribuição de auxílios e benefícios pelo governo, Fagundes respondeu positivamente e que a medida deve alcançar quem realmente precisa.

A defesa de Wellington pelo aumento do benefício ocorre em meio a críticas de integrantes do campo bolsonarista à ampliação do Bolsa Família pelo governo Lula. O senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), questionou o reajuste anunciado, que elevou o valor mínimo de R$ 600 para R$ 691, e classificou como inadequado o momento da medida, às vésperas das eleições. O caso foi levado à Justiça Eleitoral.



Autor: Gazeta Digital
Data: 24/09/2026